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Medidas de contenção e o exercício da cidadania

16/03/20

Por Celso Niskier

Que o mundo enfrenta um cenário alarmante todos concordam. Mas o que parece ainda não ser consenso é sobre como se comportar diante de uma pandemia.

Órgãos oficiais de saúde e o Ministério da Educação vêm anunciando recomendações diante do avanço global do novo coronavírus (COVID-19). A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) orientou que faculdades, centros universitários e universidades particulares adotem medidas preventivas em seu cotidiano para evitar ao máximo a disseminação do vírus.

Neste momento, a prevenção deve ser o principal foco. E vale frisar o que se pretende com as medidas de contenção. Ao se recomendar que não haja, por exemplo, aulas presenciais, seminários, simpósios, reuniões ou qualquer tipo de evento que reúna pessoas, isso se aplica de fato a toda espécie de encontro. Não é o momento de combinar com os amigos a ida a uma praia, ao shopping ou aproveitar o tempo livre para uma atividade que envolva um número maior de pessoas.

As medidas preventivas têm por objetivo reduzir a capacidade de contágio do vírus. Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o período de incubação, ou seja, o tempo entre o dia do contato com o paciente doente e o início dos sintomas, é, em média, de 5 dias para a COVID-19. Em raros casos, o período de incubação chegou a 14 dias. Então, a pessoa ainda sem nenhum sinal de resfriado já pode ser capaz de transmitir o vírus. Quanto mais o indivíduo contagiado circula, maior a escala de propagação.

É o momento de não criarmos pânico, mas sermos prudentes e nos mantermos conscientes do nosso importante papel diante desse cenário para que possamos passar por esse episódio com o mínimo de danos possíveis, inclusive em relação aos possíveis impactos nas atividades econômicas do país.

Vamos nos preparar, sempre buscando fontes seguras de informações. O Brasil dispõe de órgãos e especialistas competentes que estão acompanhando com bastante seriedade a situação, de modo que novos conhecimentos científicos possam ser publicados.

Na área da educação, a ABMES está ativa, prestando suporte a seus associados e atuando em linha direta com o Ministério da Educação e com o Conselho Nacional de Educação para buscar os melhores caminhos para resguardar a saúde de todos, garantindo as atividades essenciais e o cumprimento do programa curricular.

Por mais complexa que uma situação se apresente, a colaboração de todos, o exercício da cidadania, a boa informação e as atitudes positivas sempre contribuem para se alcançar os melhores resultados possíveis.

 

Fonte: ABMES